FELIZ 2012!!!!!

05/01/2012 at 12:32 Deixe um comentário

Ração: a melhor opção?

                    Este post foi escrito há mais de 2 anos e ainda permanece tualizado, pois trata-se de um assunto comum a todos os proprietários de animais: a alimentação dos mesmos. Muitas empresas sacaram que precisavam mudar, pois certamente suas metas e ganhos iriam declinar. Se é que já não diminuíram. Perceberam que é possível tratar o animal de forma correta, aliando a isso uma nutrição de qualidade e um preço competitivo.

                    Um exemplo disso é uma ração européia que desembarcou aqui neste ano. Além de aliar proteínas de origens diversas com frutas e outros ingredientes inovadores, não possue cereais em sua fórmula. O que é excelente para cães e gatos, pois os mesmos estão muito longe de se parecerem com ruminantes.

                    Fiz alguns retoques no texto de forma a atualizá-lo. Espero que gostem. Boa Leitura.

 

                     Olá queridos leitores, hoje nosso blog abordará mais uma vez um tema polêmico: a alimentação de nossos amigos cães e gatos. Com o quê devemos alimenta-los: ração ou comida caseira? Ou os dois? Questões levantadas desde o surgimento das rações comerciais.

                     Você se lembra daquele cachorro dos seus avós que se alimentava de sobras de comida? Pois é, vamos memorizar com qual idade ele morreu e quantas vezes ficou doente ao longo de sua vida. A maioria das respostas devem ser similares: morreram perto de 15, 16 anos e muitos não devem se lembrar de ter visto o cão doente.

                    Em contra-partida, mês passado vimos que a terceira maior causa de morte em cães na cidade de São Paulo são neoplasias/ tumores. Aliado a isto, soma-se o fato de que na rotina de uma Clínica Veterinária, 65% (ou até mais) dos casos clínicos apresentados remetem a distúrbios dermatológicos (incluindo tumores). Há ainda casos de cães que possuem mais de uma doença dermatológica, ou seja, é muito problema de pele pra pouco cachorro. Na contramão do que pensa a maioria das pessoas, cães e gatos já não possuem tanta longevidade como no passado. Então, é chegada a hora em que proprietários e, sobretudo, profissionais, devem se questionar: Porquê nossos cães tem tantos problemas de pele?

                    Diversos são os casos de proprietários que entopem seus cães de medicamentos e rações, ditas hipoalergênicas, com o aval de Veterinários, cujo diagnóstico invariavelmente é alergia ou hiperssensibilidade alimentar. Ou seja: todo aquele quadro de coceira insuportável, lesões eritematosas e mau cheiro graças a um mísero pedacinho de carne? E dá-lhe corticóides, antibióticos, banhos terapêuticos…

                     Não será mais prudente pensar que a química contida dentro de um pacote de ração possa causar coceira no seu cão ao invés da carne que você e sua família ingerem diariamente? Apesar dos fabricantes de rações venderem uma imagem de saúde, ilustrarem as embalagens com lindas imagens de ingredientes frescos e colocarem os dizeres “sem conservantes”, será que realmente sabemos o que tem dentro desses pacotes?

                    Se subprodutos muitas vezes impróprios para consumo humano serão moídos, processados repetidamente a altas temperaturas, submetidos à pressão e a processos químicos, como então podemos acreditar que um cão apresenta coceira porque a ração que ele come é à base de frango ou de boi? A culpa é da carne? Como assim?

                     Não se pretende aqui nestas poucas linhas, contradizer anos de estudo e investimentos de indústrias e profissionais , mas sim levantar a hipótese de algo palpável. É claro que existem cães com alergias alimentares, só ainda não está bem definido em que nível e qual o grau em que conservantes e aditivos alimentares, química enfim, podem potencializar e piorar esta alergia.

                    Alguns termos empregados nos pacotes de rações são muito amplos e dão margem para qualquer ingrediente, mesmo que de qualidade ruim. O consumidor não deve confiar plenamente nos rótulos e desconfiar de termos como “farinha de carne e ossos; sub-produtos de carne” que muitas vezes nada mais são que uma mistura de penas de galinhas, cartilagem, couro e pêlo de eqüinos e bovinos. Baixo custo e lucro alto.

                    Já existem diversos estudos nesta área de profissionais que defendem de forma ferrenha o uso de alimentação in natura (crua) para os animais. Estes mesmos estudos associam rações com o surgimento de diversas moléstias como: torção gástrica,  dermatopatias (em alguns casos os sinais da doença são diretamente resultantes da dieta), alterações hormonais, tumores, coprofagia ( hábito de comer fezes), hepatopatias, doença do trato urinário de felinos, doença periodontal (tártaro), infertilidade e até problemas comportamentais.

                    Em nossa rotina clínica tentamos adequar nosso paciente a uma alimentação equilibrada, mais próxima possível do natural e sem rações comerciais, aliada a medicamentos que se fizerem necessários, sendo o uso de corticóide em segundo plano, podendo, assim, extrair o máximo de informações sobre seu caso.

                    Procure, informe-se pela internet, questione o Veterinário de seus cães e posicione-se. Sua opinião é importante para a evolução deste tema.

Dr. Adalberto von Ancken

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22/11/2011 at 19:27 3 comentários

Governo quer menos testes de produtos com animais

 
 
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/974980-governo-quer-menos-testes-de-produtos-com-animais.shtml
 
                    O país poderá ter menos testes pré-clínicos ou de segurança com animais. Esse é o objetivo de um termo de cooperação assinado na terça-feira (13) pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O termo foi firmado com a Fiocruz, que será o “guarda-chuva” do futuro Centro Brasileiro de Validação de Métodos Alternativos. De acordo com Maria Cecília Brito, uma das diretoras da Anvisa, o objetivo do centro é desenvolver e validar as chamadas metodologias alternativas de experimentação, que não usam animais para determinar a segurança ou eficiência de um produto.

                    A partir disso, a Anvisa passará a chancelar produtos que, hoje, só são aceitos após comprovações que envolvem animaisem laboratório. Esseé o caso, por exemplo, de xampus para crianças (cujos testes tentam identificar se causam ardência nos olhos) e de cremes rejuvenescedores que agridem a pele.

                    De acordo com Isabella Delgado, da Fiocruz, a ideia é ampliar os casos em que o uso dos animais não é necessário. Mas, em situações como teste de potencial de câncer ou riscos na reprodução humana, a substituição dos animais é improvável. “Pensamos na redução e no refinamento, buscando diminuir dor e sofrimento [dos animais]“, diz Delgado.

                    O médico Marcelo Morales, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), representante dos cientistas no Conselho de Ética Animal, concorda com Delgado. Para ele, a criação do centro é um caminho para o país desenvolver alternativas à experimentação animal. “Mas em nenhum lugar do mundo não existe experimentação animal”, explica.
Morales diz que cada metodologia de experimentação alternativa pode levar até dez anos para ser desenvolvida. Isso é feito com base em pesquisas científicas.

                    Além de desenvolver métodos próprios, o centro deve interligar outros no país nessa área e também chancelar testes já feitos no exterior. De acordo com Brito, da Anvisa, os primeiros resultados, com cosméticos, devem sair em até um ano. Ela acredita ainda que o centro vai estimular que empresas brasileiras optem pelos testes sem animais.

                    “Países mais avançados nessa questão não aceitam testes pré-clínicos com animais. Alguns produtos brasileiros não conseguem mercado fora e outros já lançaram mão desses métodos para vender no exterior”, afirma. Delgado, da Fiocruz, diz acreditar que não será preciso pensar em proibição. “Quando você consegue uma metodologia substitutiva, dificilmente vai optar pelo modelo animal.” Consultado pela Folha, o presidente do grupo ativista “Holocausto Animal”, Fábio Paiva, mostrou-se animado com a criação do centro. “Sou favorável a qualquer passo que possa reduzir o uso de animais em laboratório. É uma luz no fim do túnel.”

Opinião do blog: Excelente. Com certeza vai virar moda, como a diminuição do consumo de carne, por exemplo. A criação de um selo ou logo identificando o produto como “desenvolvido sem experimentação animal” irá valorizar as empresas que o adotam.

16/09/2011 at 12:18 1 comentário

Estamos vacinando demais????

 

Fonte: www.gatoverde.com.br

A carta abaixo foi publicada no Veterinary Times em janeiro de 2004 e foi escrita por um grupo de veterinários inglêses com o intuito de chegar ao maior número de veterinários possível. A preocupação do grupo foi em chamar a atenção aos excessos de reforços vacinais, praticados pela classe veterinária em todo o mundo. Fiz esta modesta tradução e a fonte está no final do texto.
BOA REFLEXÃO!!!!

Querido Editor

Nós abaixo assinados desejamos apresentar-lhe nossa preocupação a luz da nova evidência recente sobre protocolos vacinais.

O informe do American Veterinary Medical Association Committee deste ano diz que “a recomendação de vacinação anual que se encontra freqüentemente em muitos prospectos vacinais esta baseada em precedente histórico e não em dados científicos.”

Em JAVMA, em 1995, Smith escreve que “ há evidência de que alguma vacinas conferem imunidade além de um ano.De fato, segundo investigação não há prova de que muitas das vacinações anuais sejam necessárias e que a proteção em muitos casos pode ser por toda a vida” e também, “A vacinação é um procedimento médico potente com tantos benefícios como riscos para o paciente”; inclusive que, “A revacinação de pacientes com imunidade suficiente não agrega de forma mensurável a sua resistência a enfermidade, e pode incrementar o risco de eventos adversos pós-vacinais.”’

Finalmente, ele diz que: “ Os eventos adversos podem estar associados ao antígeno, ao adjuvante, ao portador, ao conservante ou a uma combinação dos mesmos. Os eventos adversos possíveis incluem falha em imunizar, anafilaxia, imunosupresão, desordens auto-imunes, infecções temporais e/ou estados infectados de portador a longo prazo.
O Informe da American Animal Hospital Association Canine Vaccine Taskforce em JAAHA (39)(Março/Abril 2003) è também uma leitura interessante: “ Os conhecimentos atuais sustentam a afirmação de que nenhuma vacina é sempre protetora e nenhuma vacina está sempre indicada” ; “Mau entendidos, informação falsa e a natureza conservadora de nossa profissão tem lentificado universalmente a adoção de protocolos que defendam uma frequência de vacinação reduzida”; “ A memória imunológica confere durações de imunidade frente às enfermidades infecciosas fundamentais, que excedem em muito as recomendações tradicionais de vacinação anual.Isto está sustentado por uma quantidade crescente de informações veterinárias, assim como vigilância epidemiológica bem desenvolvida em medicina humana que indica que a imunidade conferida por vacinação é extremamente duradoura e, na maioria dos casos, por toda a vida”.

Mais ainda, a evidência mostra que a duração da imunidade para a vacina de raiva, a vacina da cinomose canina, a vacina da parvovirose canina, a vacina da panleucopenia felina, a da rinotraqueíte e calicivirose felinas, tem sido todas demonstradas de serem de no mínimo sete anos, por sorologia para a raiva e por estudos coorte para todas as demais.

Os veterinários abaixo firmados, aceitam plenamente que nenhum resultado isolado tem tido maior impacto nas vidas e bem estar de nossos pacientes, nossos clientes e nossa capacidade para prevenir enfermidades infecciosas que os alcançados nas vacinações anuais. Contudo, apoiamos plenamente as recomendações e guias da American Animal Hospitals Association Taskforce, para reduzir os protocolos vacinais para cães e gatos , de modo que os reforços vacinais se dêem somente a cada três anos, e somente para as vacinas fundamentais a não ser que se justifique cientificamente de outro modo.

Além disso, sugerimos que a evidência atualmente disponível em breve levará a que os seguintes fatos sejam aceitos:

- Os sistemas imunes de cães e gatos amadurecem completamente aos 6 meses e qualquer vacina a vírus vivo modificado (MLV) dada depois dessa idade, produz imunidade que é válida para toda a vida deste mascote.

- Se se administra outra MLV um ano depois, os anticorpos da primeira vacina neutralizam os antígenos da vacina subseqüente de modo que há pouco o nenhum efeito; o mascote não recebe um empurrão, nem se induzem mais células de memória.

- Não só são as revacinações anuais frente a cinomose e parvovírus canina desnecessárias, como expõem o mascote a riscos potenciais de reações alérgicas e anemia hemolítica auto-imune.

- Não há documentação científica que respalde as recomendações dos prospectos de administração anual de vacinas MLV.

- Os filhotes de cães e gatos recebem anticorpos através do leite materno. Esta proteção natural pode durar de oito a quatorze semanas.

- Os filhotes de cães e gatos NÃO deveriam ser vacinados antes das oito semanas de vida. A imunidade maternal neutralizará a vacina e se conferirá muito pouca proteção.

- A vacinação às seis semanas de vida, retarda o tempo da primeira vacina eficaz.

- As vacinas administradas a intervalos de duas semanas SUPRIMEM em lugar de estimular o sistema imune.

Isto daria novas possíveis guias para o que se segue:
1. Uma série de vacinações se dá começando às oito semanas de idade ( ou preferencialmente mais tarde) e administrandas a intervalos de três a quatro semanas, até as 16 semanas de idade.

2. Um reforço mais se administra em algum momento depois dos seis meses de idade e então se conferirá imunidade por toda a vida.

A luz dos dados de que dispomos atualmente, que demonstra o uso desnecessário e o dano potencial das vacinações anuais, fazemos apelo a nossa profissão a que se cesse a política de vacinações anuais.

Podemos perguntar-nos porque os clientes estão perdendo a fé nas vacinas anuais e investigando o assunto por sua conta? Cremos que estão certos ao fazê-lo. A política, a tradição, o bem estar econômico dos veterinários ou das empresas farmacêuticas não devem ser um fator na tomada de decisões médicas.

Se aceita que o exame anual de um mascote é aconselhável. Nos subestimamos se imputamos este serviço essencial atrás da vacinação e terminamos pagando as conseqüências. Temos que esperar até que vejamos denúncias contra os veterinários, tais como as interpostas no estado do Texas pelo Dr. Robert Rogers? Ele defende que a prática presente de marketing de vacinações para animais de companhia constitui fraude por má representação, fraude por silêncio e roubo ou engano.

O juramento que fazemos como veterinários recém qualificados é ajudar, ou ao menos não danar. Desejamos manter nossa posição na sociedade, e sermos merecedores da confiança depositada em nossa profissão. È por tanto nossa luta que aqueles que continuem administrando vacinas anuais a luz da nova evidência, podem estar perfeitamente atuando de modo contrário ao bem estar dos animais confiados aos seus cuidados.

Atenciosamente

Richard Allport, BVetMed, MRCVS
Sue Armstrong, MA BVetMed, MRCVS
Mark Carpenter, BVetMed, MRCVS
Sarah Fox-Chapman, MS, DVM, MRCVS
Nichola Cornish, BVetMed, MRCVS
Tim Couzens, BVetMed, MRCVS
Chris Day, MA, VetMB, MRCVS
Claire Davies, BVSc, MRCVS
Mark Elliott, BVSc, MRCVS
Peter Gregory, BVSc, MRCVS
Lise Hansen, DVM, MRCVS
John Hoare, BVSc, MRCVS
Graham Hines, BVSc, MRCVS
Megan Kearney, BVSc, MRCVS
Michelle L’oste Brown, BVetMed, MRCVS
Suzi McIntyre, BVSc, MRCVS
Siobhan Menzies, BVM&S, MRCVS
Nazrene Moosa, BVSc, MRCVS
Mike Nolan, BVSc, MRCVS
Ilse Pedler, MA, VetMB, BSc, MRCVS
John Saxton, BVetMed, MRCVS
Cheryl Sears, MVB, MRCVS
Jane Seymour, BVSc, MRCVS
Christine Shields, BVSc, MRCVS
Suzannah Stacey, BVSc, MRCVS
Phillip Stimpson, MA, VetMB, MRCVS
Nick Thompson, BSc, BVM&S, MRCVS
Lyn Thompson, BVSc, MRCVS
Wendy Vere, VetMB, MA, MRCVS
Anuska Viljoen, BVSc, MRCVS, y
Wendy Vink, BVSc, MRCVS

Aqui, tomo a liberdade de incluir o meu nome, já que compartilho destas idéias e as aplico na minha clínica do dia a dia.

Carmen L. Cocca de Resende
Méd. Veterinária Homeopata

FONTE EM ESPANHOL: http://www.weim.net/homeovet/dsp/vac6.htm

Veja outras postagens sobre VACINAS no blog

http://homeopatas.blogspot.com/search/label/VACINAS 

02/09/2011 at 13:52 Deixe um comentário

MP vai investigar tortura de animais

  

fonte: band.com.br

                    O MP (Ministério Público) de São Paulo criou um núcleo que vai combater os maus-tratos a animais. A criação do grupo, chamado Gecap, permitirá que os promotores atuem em representações, inquéritos policiais e investigações criminais.

                    Segundo o autor da proposta, o promotor Fernando Capez, a criação do Gecap é o primeiro passo na direção da criação de uma Promotoria de defesa animal. “Esse grupo vai receber denúncias, representações e vai poder investigar. Nossa expectativa é de que em pouco tempo o volume de trabalho ligado à área animal acarrete a criação da promotoria”, disse Capez. 

                    O grupo deverá ter de três a cinco promotores criminais, que ficarão responsáveis por elaborar relatórios mensais e trimestrais de atuação.

03/08/2011 at 20:46 2 comentários

SEJA BENVINDO

03/08/2011 at 19:30 Deixe um comentário

Vacinação contra raiva deve atrasar em São Paulo

 

                   

Fonte: G1.globo.com

                    A campanha de vacinação contra a raiva no estado de São Paulo, que acontece historicamente entre julho e setembro, deve atrasar neste ano. A Secretaria de Estado da Saúde informou nesta sexta-feira (8) que recebeu um ofício do Ministério da Saúde dizendo que a remessa das doses, inicialmente prevista para chegar em setembro, pode não ser enviada no prazo. O ministério confirma a alteração no calendário e diz que a mudança foi necessária por causa dos casos de reação adversa registrados na campanha de 2010.

                     “Neste ano, tivemos uma alteração do calendário, saímos da normalidade em função de problemas acontecidos no ano passado. Tivemos uma quantidade de reações adversas superior à esperada, o que levou o ministério a rever a vacina utilizada. Nós não queremos correr o risco de se repetirem os problemas”, afirma o diretor de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, Claudio Maierovitch. Apesar disso, ele disse que todos os estados receberão as doses ainda neste semestre.

                     No ano passado, a Secretaria da Saúde suspendeu a aplicação das vacinas antirrábica de cães e gatos depois dos casos de reações adversas. Por causa desses eventos, o ministério definiu junto ao laboratório responsável pelo fornecimento das vacinas a realização de novas análises neste ano. Os testes provocaram o atraso do cronograma da entrega das doses, que deveriam começar em maio. “É para que se possa ter confiança que a vacina produzida não traga eventos adversos como no ano passado”, disse Maierovitch.     

                    Ele afirmou ter sido feita uma parceria com o laboratório da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP) para a validação das doses da vacina. “Assim que se conclua a validação do lote de vacina, iniciaremos a distribuição”, contou.

                     Enquanto é realizada a análise, o ministério importou, em caráter de urgência, 10 milhões de doses, o total disponível no mercado mundial para aquisição imediata. Foram definidos como estados prioritários para a aplicação da vacina aqueles que apresentaram casos de raiva canina ou humana nos últimos três anos: Maranhão, Ceará, Pernambuco, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba, Bahia, Alagoas, Sergipe e Mato Grosso do Sul.

                    “Neste ano, nós preferimos dar prioridade para a região Nordeste, porque é lá que ainda há circulação do vírus da raiva canina e, nos meses seguintes, faremos a vacinação nas demais regiões”, disse. Segundo ele, a campanha começou pelo Maranhão por causa de um caso registrado no estado e deve se estender aos outros citados entre julho e agosto. “A segurança que nós temos é que todos os estados que fazem campanha terão as vacinas disponíveis ao longo deste semestre.”

                    São Paulo ficou em uma segunda etapa da vacinação porque não apresenta casos de raiva humana transmitida por um cachorro desde janeiro de 1997. Em 1998, houve o último caso registrado de transmissão de cão para cão. O ministério diz que possui um estoque de cerca de 1 milhão de doses para bloqueio de eventuais focos no Brasil, no caso de o vírus da raiva com transmissão por cães voltar a circular em alguma região.

                     A Secretaria da Saúde disse que emitiu um alerta para os municípios paulistas intensificarem a vigilância em relação a eventuais casos da doença.

OPINIÃO DO BLOG: Uma pequena dúvida:E se os estudos para a validação dos lotes da vacina demorarem???? As importadas já terão sido utilizadas pela região nordeste…..

19/07/2011 at 20:24 Deixe um comentário

GENÉRICOS PARA ANIMAIS EM PAUTA NO CONGRESSO NACIONAL

                    O Brasil pode liberar a produção de medicamentos genéricos também para uso veterinário. Essa é a proposta aprovada semana passada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados. A proposta, que já foi aprovada no Senado e voltou à Câmara por ter sofrido modificações, em breve será votada em Plenário.

                    O texto confere aos genéricos para animais o mesmo regime dos fabricados para humanos, vendidos no país desde 1999 e prevê que a regulamentação deve ser feita pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O projeto foi relatado pelo deputado Zonta, do PP de Santa Catarina. Segundo o parlamentar, os genéricos veterinários incentivam a pecuária brasileira, que sofre com o monopólio de medicamentos pelas grandes empresas farmacêuticas.

                    “Se considerarmos que o custo dos produtos veterinários pode representar até 5% ou mais no custo da produção e engorda de animais, certamente que isso vai ter um bom reflexo, que a gente vai sentindo ao longo do tempo. E, além da flexibilização, o Brasil começa a ter a oportunidade de, através das suas iniciativas, produzir seu próprio produto veterinário necessário para proteger os animais – quer bovinos, quer suínos ou de outras espécies.”, diz o deputado.

                    Silvana Gorniak, professora de Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária da USP (SP), representante do CFMV na Anvisa (Comissão de Produtos Controlados) e no MAPA (Grupo de Trabalho de Resíduos de Medicamentos Veterinário), diz que antes de qualquer aprovação de lei para genéricos, é fundamental que se obtenha junto ao MAPA aprovação da instrução normativa que versa sobre receituário veterinário, particularmente em relação aos medicamentos controlados (a Anvisa inclui, a partir deste ano, também os atimicrobianos). “O CFMV e seu presidente, Benedito Fortes de Arruda, vem há anos solicitando que essa questão seja aprovada pelo Mapa. Isso traria mais segurança à saúde pública, bem como a dos animais. Os medicamentos se usados inadequadamente podem causar danos à saúde dos bichos e, em produtos de origem animal, podem propiciar aparecimento de resíduos que, conseqüentemente, prejudicariam o bem-estar humano”, afirma Silvana.

                    O mercado de saúde veterinária do Brasil é um dos cinco maiores do mundo e cresceu 167% na primeira metade da década de 2000.

FONTE: cfmv.com.br

Foto: blogpetonline.com.br

Opinião do Blog: Vejo somente benefícios com tal medida. Além de nosso trabalho se tornar mais profissional, a medida possibilitará o crescimento da indústria nacional. Também coibirá aquele profissional que “adora” receitar um medicamento importado (que, claro, ele vende) de faturar uma grana jogando no desespero de clientes ignorantes. Outro passo importante é a diminuição dos royalties de multinacionais que só encarecem os produtos importados.

24/06/2011 at 18:54 Deixe um comentário

Cão labrador 42 kg acima do peso terá de fazer dieta na Austrália

Sampson vai trocar dieta gordurosa por ração de água e biscoitos caninos.
Com 85 kg, ele deve voltar à boa forma apenas no Natal.

Fonte: G1.com.br

                    O cão labrador Sampson vai ter de entrar na dieta, relatou a imprensa da Austrália nesta quarta-feira (22). Com 85 quilos, ele está 42 quilos acima do que seria seu peso ideal.

                    O pessoal do abrigo de animais de Coldstream prevê que vai demorar até o Natal para que ele volte à forma. Sampson está gordo demais para fazer exercício. Por enquanto, ele vai trocar a comida gordurosa a que estava acostumado por água e uma pequena porção de biscoitos caninos.

                   “Seus antigos donos obviamente não conseguiam resistir aos seus olhos castanhos que diziam ‘Me dê comida’”, disse a veterinária Amber Lavery. “Mas amar às vezes é dizer não.”

22/06/2011 at 16:49 1 comentário

Gata britânica sobrevive a queda do 12º andar com apenas um dente quebrado

                     Fonte: uol.com.br

                     Uma gata sobreviveu a uma queda do 12º andar de um prédio, em Oldbury, na Inglaterra. Segundo o jornal “Daily Mail”, a fêmea de apenas sete meses de idade quebrou somente um dente após despencar de mais de36 metros de altura.  Segundo a Sociedade Protetora dos Animais do Reino Unido, é bem provável que a gata tenha sido jogada da janela por alguém. 

                    Everest – como foi batizada pelos veterinários que cuidaram da gatinha – foi encontrada sobre uma pilha de entulho, estática e sangrando pela boca. Os veterinários do Hospital de Animais de Birmingham acreditavam que a gata não sobreviveria por causa do estado em que foi encontrada. No entanto, em apenas 24 horas, ela já estava bem. 

                    “A gata estava tão assustada que não conseguimos avaliar suas fraturas em um primeiro momento. Achamos que ela estava bem ferida, mas ela saiu ilesa, com apenas um dente quebrado e uma pequena lesão no quadril. Da altura em que caiu, bichos, geralmente não sobrevivem”, disse a veterinária  Amanda Monaghahn. “Ela é provavelmente a gata mais sortuda do mundo”, completou.

                    Everest foi encontrada com uma coleira, o que indica que ela tem um dono. No entanto, até agora ninguém apareceu para levá-la para casa.  Segundo Susie Bailey, da Sociedade Protetora dos Animais do Reino Unido, alguém, provavelmente, jogou a gata do topo do prédio.  “Muito possivelmente a queda da gatinha não foi acidental”, contou.

                    A Sociedade Protetora dos Animais do Reino Unido agora busca os donos de Everest.

22/06/2011 at 16:42 Deixe um comentário

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